quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Clássicos da Sessão da Tarde


(Coluna publicada no Diário do Pará de 10 de junho de 2014, Caderno Você)

Segunda tela e o mundo de possibilidades no seu sofá


 (Coluna publicada no Diário do Pará de 03 de junho de 2014, Caderno Você)

Dê uma revista em quadrinhos para o seu filho


 (Coluna publicada no Diário do Pará de 29 de abril de 2014, Caderno Você)

A polêmica da dublagem e a falta de opções



(Coluna publicada no Diário do Pará de 15 de abril de 2014, Caderno Você)

Sobre a 4ª temporada de The Walking Dead

 (Coluna publicada no Diário do Pará de 08 de abril de 2014, Caderno Você)

Pequenos grandes filmes




 (Coluna publicada no Diário do Pará de 25 de março de 2014, Caderno Você)

Quando a TV é mais Cinema que o Cinema

 (Coluna publicada no Diário do Pará de 11 de março de 2014, Caderno Você)

Por que o sexo ainda é tabu no cinema?

 (Coluna publicada no Diário do Pará de 18 de março de 2014, Caderno Você)

Paul Verhoeven: o holandês maldito




 Há duas semanas, estreou a aguardada refilmagem de Robocop, dirigida pelo brasileiro José Padilha, e que vem dividindo as críticas pelo mundo. Tida como uma releitura do original, a obra do diretor de Tropa de Elite 1 e 2, adiciona novas camadas de leituras sociais à história do policial que é transformado em máquina. Mas, o que pouca gente sabe, é que o diretor do original é um holandês polêmico, que causou rebuliço por um tempo em Hollywood e que ainda hoje é venerado e odiado na mesma proporção: Paul Verhoeven.

Para se ter uma ideia de como Verhoeven é importante para a indústria cinematográfica, além de Robocop, outro filme seu já foi refilmado: O Vingador do Futuro (em 2011, obra fraca com Colin Farrel) e um novo Tropa Estelares (1997) vem aí. O que os três trabalhos têm em comum, além de serem ficções científicas famosas e cultuadas, é a assinatura do diretor: as tramas sempre trazem algum tipo de crítica social, exageros visuais e roteiros que beiram o deboche, mas que escapam disso justamente pelas duas primeiras características serem tão fortes nas suas películas.
Em Robocop, por exemplo, ele questiona o poder das multinacionais e da propaganda, além, claro, da violência urbana que envolve o Estado, a polícia e a sociedade, em um caldeirão sempre prestes a entornar (comparações com a situação atual do Brasil não são coincidências). O Vingador do Futuro evoca o domínio das corporações sobre a população e o meio ambiente, no caso aqui, o domínio sobre o ar de Marte. Já Tropas Estelares leva para o lado do pastiche o poder da mídia e aponta o dedo para a lavagem cerebral que a militarização pode levar, mesmo em meio a uma batalha com insetos gigantes.
Claro que não podemos deixar de citar sua obra mais conhecida: Instinto Selvagem (1992). Campeão de Bilheteria e ainda hoje lembrado como uma das famosas películas do cinema cult, ganhou fama e grande bilheteria pelas tórridas cenas de sexo entre os personagens de Michael Douglas e Sharon Stone, além da célebre sequência da cruzada de pernas hipnotizante da atriz. A história do detetive que se envolve com a principal suspeita de um assassinato pouco importa, não é? O diretor, obviamente, cometeu algumas bobagens, tipo o horroroso Showgirls (que causou polêmica na época de lançamento, em 1995, pela nudez e pela cena da Lap Dance, e ganhou diversos Framboesas de Ouro. O próprio Verhoeven foi receber o prêmio) e o Homem sem Sombra (thriller sem sal estrelado por Kevin Bacon baseado na obra O Homem Invisível, que estreou em 2000).
Seu último trabalho de visibilidade foi o elogiado suspense A Espiã, de 2006, que foi feito em seu país de origem. Mesmo longe de Hollywood hoje, Paul Verhoeven marcou seu nome na história do cinema pela maneira pouco convencional e polêmica que decide filmar.
 

(Coluna publicada no Diário do Pará de 06 de março de 2014, Caderno Você)

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Novo blog


Este blog é uma tentativa de reviver o saudoso Radar Trash, mantendo o arquivo original, e criando conteúdos mais abrangentes sobre filmes, séries, livros, quadrinhos e música. Além, claro, de ser mais um espaço para visualização da minha coluna no jornal Diário do Pará, que é publicada sempre às terças-feiras no caderno Você. Além de publicar a coluna da semana, postaremos vídeos, notícias em outros dias.

Abraços e vamos lá....